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As histórias de Elma

As histórias de Elma

Carícias femininas

15.10.19, AshistoriasdeElma

Hoje para contariar o estigma do meu dia, apetece-me partilhar algo bom.

Uma experiência muito boa, da qual gostei muito e à qual apetece-me dedicar um pouco do meu tempo.

Lembro-me como se fosse hoje! Tinha levado o meu carro para Lisboa, porque no fim do dia tinha um encontro! Andei anciosa todo o dia!

Era inverno, lembro-me da roupa que tinha vestido nesse dia, ia toda de preto, o que contrastava era apenas uma saia de malha bem justa, também preta com apontamentos de cores fortes. Adorava aquela saia!

Recordo a viagem na 2ª circular, chovia a potes, o pára brisas no máximo e eu mal via as marcações da estrada!

Ela morava em Benfica, numa casa antiga, com uma decoração desadequada para a época! Esperava por mim na sala, com uma taça de champanhe. E com um filme pornográfico a passar. Curioso! 

Vamos-lhe chamar de Rita. Rita estava toda produzida para mim. Vestia saia abaixo do joelho, preta, justa com uma racha. Bota de salto alto. Em cima uma blusa quase transparente que deixava mostrar as rendas do soutien. Rita era muito gira, morena de pele branquinha, corpo elegante com formas.

Tinhamos ambas perto de 30 anos. Tudo aquilo era tão diferente do que eu já tinha vivido antes!

Eu estava nervosa, mas Rita era segura e meiga e isso acalmou-me.

Tínhamos combinado estar juntas, era o nosso dia!

De repente quando dei por nós, estávamos envolvidas em carícias, carícias boas, meigas, diferentes!

Ela tinha um peito lindo, mamas redondas bem espetadinhas, com mamilos clarinhos. Beijar aquele peito foi maravilhoso, uma sensação única!

Eu estava com uma tesão por mulher. Fomo-nos despindo, estava frio!

Lembro-me que inicialmente ficámos de pé, ela encostou-me à parede e beijou-me também as mamas, um mamilo, e outro. Sentia a sua língua, tão suave. Eu estava excitadíssima.

Fomo-nos deixando ir naquela dança de tesão e às tantas estávamos no chão, de joelhos. Aquela sensação de novidade, misturada com adrenalina!

Ela tinha um vibrador de cinto, fodemo-nos à vez! Tinha os joelhos doridos. Estava a adorar aquela sensação, de penetrar, de ser penetrada, de lamber a sua cona, de chupar o seu clitóris.

Nunca tinha sido beijada daquela forma, suave mas direta, ela sabia ao certo como me dar prazer no sexo oral. Acho que por sermos mulheres sabemos como mais gostamos. E eu, sexo oral, gosto que me façam devagar, suave.

E quando me penetrava com os dedos, e me acariciava por dentro - Eu vinha-me! E continuávamos envoltas em carícias, com língua e dedos.

E agora era eu que a beijava, e acariciava e penetrava. Perdi a conta aos orgasmos que tive naquele serão. Lembro-me de ter ficado com as pernas a tremer, de tanto foder.

Era Inverno, estava frio. Quando exaustas fomos para o sofá, tapámo-nos com uma manta e inevitavelmente continuaram as carícias. A cada vez que ela me tocava, eu abria-me de novo para que me penetrasse uma vez mais, com os seus dedos, com a sua língua. E uma vez mais me fizesse gozar...

O tempo passou depressa naquela noite. Estava na hora de ir embora, já era tarde. Despedimo-nos com um beijo na boca. Soube a estranho!

Ainda estive com a Rita noutras ocasiões, que também recordo com carinho. Mas aquela primeira vez marcou-me!

Senti-me mais mulher, a partir daquele dia!

Senti-me mais completa!

 

Um beijo a quem me lê

Elma

 

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